No fear
O novo sempre assusta, sempre amedronta e é exatamente assim que eu estou me sentindo agora. Não sei o que fazer, nem por onde começar, mas por outro lado era exatamente isso que eu estava esperando, o momento, a oportunidade.
Confesso que gostaria que tudo fosse bem fácil, quase automático. Lutar dá trabalho, cansa, desgasta, mas também engrandece (quem disse que eu quero ser grande?). Estou seguindo em frente sem pensar muito no assunto (só pra tentar não surtar). Medrosa? Sim. Covarde? Uhum, mas e dái? Posso? Claro que posso, eu posso o que eu quiser.
Minhas escolhas sempre parecem erradas pra maioria das pessoas, simplesmente querem que eu siga um padrão, mas eu tenho o meu próprio padrão e só eu posso segui-lo porque ele foi criado por mim e é meu e eu não dou a ninguém. É tão fácil apontar o dedo pras pessoas, dizer o que é certo e o que é errado, mas afinal o que é certo? Porque eu não acredito em verdades absolutas. Cada um tem a sua verdade.
Sei que serei julgada, condenada, e mais um monte de “ada”, não importa o que eu faça, então é melhor fazer o que tem que ser feito logo de uma vez e descobri o que tem no final do arco-íris. Mesmo que não tenha um ponte de ouro, mesmo que não tenha sequer um pote vazio, mas vamos até lá, né? Vamos até lá…